Postagens

Novas todas as coisas

A. Apocalipse 21.5 B. O texto Sagrado é um livro repleto de promessas. E tais promessas estão fundamentadas na esperança divina da restauração da ordem e harmonia universal. Tal restauração trará, justiça, equidade e paz a um mundo convertido em ruína pela desobediência a Deus. Parte desta esperança está,  também, ancorada na alegria de imaginar a vida eterna ao lado de Deus em um ambiente restaurado à configuração original. Como será isso? A Bíblia nos apresenta breves lampejos dessa realidade. C. Novos céus e nova terra - Como sabemos, a segunda vinda de Cristo, bem como a ação de Deus de exterminar o pecado e o pecador, oferecerão a terra (planeta), oportunidade de restauração.  Essa restauração incluir devolver ao planeta a configuração original. Contudo, sabemos pouco dos detalhes de como era essa ambiente antes do pecado. No entanto, contemplando o estado presente do planeta e de seus habitantes, é possível inferir como será esse mundo sem as distorções que hoje vemos....

O processo do juizo

A. 2 Coríntios 5.10 B. Em suma, todo processo de julgamento não se realiza a fim de convencer o réu de sua culpa ou inocência. O processo se dá com o fim de demonstrar aos presentes e mesmo a sociedade a culpa ou inocência do réu. Bem como a transparência e justiça com a qual o processo foi conduzido. Isso ocorre por que além das partes envolvidas, a sociedade em geral precisa conhecer a verdade. Culpa ou inocência.  O mesmo ocorrerá no céu. O tribunal divino se reúne e seu veredito não tem como objetivo a divindade, mas sim os serem criados de todo o universo. A nós será demonstrado a justiça e inocência de Deus e, a culpa do inimigo.  C. O juízo final – A doutrina bíblica de um juízo final põem de lado a ideia não bíblica de que ao morrer, com base em nossas obras, temos acesso direto a salvação e vida eterna ao lado dos anjos no céu. Ou a condenação por meio do inferno. Se “no final” Deus retribuirá a cada segundo suas escolhas e obras, não há espaço para crer numa re...

A esperança do Novo Testamento

A. 1 João 5. 11 e 12 B. A ressurreição de Jesus agrega a suas palavras uma promessa que somente Ele, por meio de seu próprio poder, pode garantir. Uma vez que ninguém pode dar o que não tem, somente Ele pode nos oferecer vida após a morte, pois Ele, a si mesmo, ressuscitou. Assim, Ele não somente retornou da morte mas também, prometeu fazer o mesmo por todos aqueles que creem que Ele é o Filho de Deus. i. Após a ressurreição o evangelho (boa nova), foi ressignificado. Antes a boa notícia era que Deus cumpriu sua promessa enviando seu Filho ao mundo. Depois a boa notícia passou a ser: o Filho cumpriu sua palavra e nos prometeu vida eterna. C. Esperança além desta vida – Descrer da perspectiva bíblica de que, por meio de Jesus, há esperança de ressurreição é sem dúvida alguma o maior trunfo do inimigo. Satanás que convenceu Eva de que ela não morreria, não pode sustentar sua mentira (isso porque a desobediência levou a morte). Agora, trabalha para tirar da mente humana a verdade ...

A vitória de Cristo sobre a morte

A. Apocalipse 1.17 e 18 B. Por mais angustiante que possa ser as horas que antecedem a morte, nada se compara a expectativa de volta desta experiência terrível. As horas que antecederam a morte é ressurreição de Jesus foram marcadas por agonia, tristeza e angústia de alma. Contudo, tudo isso fora transformado em alegria pois estava sob o poder de Cristo romper as portas do inferno e se levantar na manhã do terceiro dia. C. A tumba selada – Assim como, os líderes do povo judeu se apoiaram no poder e na autoridade romana para levar avante o plano de matar Jesus, buscaram também neste o poder e a autoridade para garantir que sua ressurreição não ocorresse. Tudo isso em vão.  i. Antes de nascer o Salvador, os líderes dos judeus (conhecedores das profecias), foram consultados por Herodes em relação ao nascimento do Rei Judeu. Eles afirmaram, não negaram, as profecias atestaram o momento, o lugar e a veracidade do evento.  ii. Em relação a sua identidade, missão, morte e r...

Ressurreições antes da cruz

A. João 11.25 e 26 B. O estudo sobre a morte perpassa duas importantes bases teológicas: a origem da vida e a autoridade de Jesus. Isso porque se não compreendermos a vida, de modo algum entenderemos o que é e como ocorre a morte. Ao mesmo tempo,  se não aceitarmos Jesus e sua autoridade, outorgada pelo próprio Deus, não teremos condições de compreender a materialização da ressurreição no Novo Testamento e no fim da história.  i. Sendo assim, em João 11, ao ressuscitar Lázaro, Jesus, conversando com a irmã enlutada , estabelece um elo entre a promessa e a realidade da ressurreição. C. Moisés – A história de Moisés revela a ação de Deus de o “tirar”. Ele foi tirado de sua família, tirado das águas, tirado do Egito e por fim, foi tirado da sepultura.  i. Dois pontos merecem destaque: 1. Deus sepultou Moisés; 2. Deus ressuscitou Moisés e; 3. Deus (Jesus) conversou com Moisés. a. Ao contrário do que possa ser pregado, não foi a alma (algo desprendido do corp...

A esperança do Antigo Testamento

A. Hebreus 11. 17 e 19 B. Após o pecado do primeiro casal e a confirmação tácita e pratica de que a desobediência resultaria em morte, um longo período é descrito na Bíblia sem que esse tema seja novamente discutido. No entanto, por mais contraditório que possa parecer, esse tema volta a toma no seio de uma família que por anos lutou em busca da chance de poder gerar vida – o casal Sara e Abraão.  i. Ambos sonharam, por anos, com a ideia e propósito de gerar vida (filhos), e quando está vida surge, pela intervenção divina, logo são confrontados com a morte.  1. No entanto, é neste cenário de tristeza e morte que o Senhor lhes apresenta a certeza da vida , apesar, da morte (a ressurreição). C. Verei a Deus – O livro de Jó é, sem dúvida, uma história de superação. Logo, não seria diferente em relação ao tema da morte.  i. Jó sabia que seu triunfo estava em Deus e, por mais que não compreendesse tudo o que estava ocorrendo em sua vida, o idoso patriarca cria que ...

Entendendo a natureza humana

A. Gênesis 2.7 B. Assim como há controvérsia sobre o tema da morte, no tema sobre a natureza humana também é possível verificar clara distorção entre o imperativo divino e a proposta do inimigo. A verdade sobre a origem e natureza humana foi colocado ao longo do tempo sobre a mesma perspectiva.  i. A fim de sustentar a mentira sobre a morte, uma vez que o primeiro casal estavam diante de uma natureza que estava morrendo (a começar pelo primeiro animal – o cordeiro), o inimigo teria de usar outro argumento a fim de sustentar sua teoria. Assim, lançou as bases da imortalidade da alma. Logo, se o homem morre, sua alma vive.  C. Um ser vivente – Na matemática de Deus, a soma de várias partes resulta em “um” novo elemento. i. Segundo a Bíblia a soma do pó da terra mais fôlego de vida é que forma a vida – alma vivente ou alma viva. ii. Assim, o homem não tem uma alma, ele é uma alma viva. D. A alma que pecar morrerá – Se cremos na palavra de Deus, logo, aceitamos que e...