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Ressurreições antes da cruz

A. João 11.25 e 26 B. O estudo sobre a morte perpassa duas importantes bases teológicas: a origem da vida e a autoridade de Jesus. Isso porque se não compreendermos a vida, de modo algum entenderemos o que é e como ocorre a morte. Ao mesmo tempo,  se não aceitarmos Jesus e sua autoridade, outorgada pelo próprio Deus, não teremos condições de compreender a materialização da ressurreição no Novo Testamento e no fim da história.  i. Sendo assim, em João 11, ao ressuscitar Lázaro, Jesus, conversando com a irmã enlutada , estabelece um elo entre a promessa e a realidade da ressurreição. C. Moisés – A história de Moisés revela a ação de Deus de o “tirar”. Ele foi tirado de sua família, tirado das águas, tirado do Egito e por fim, foi tirado da sepultura.  i. Dois pontos merecem destaque: 1. Deus sepultou Moisés; 2. Deus ressuscitou Moisés e; 3. Deus (Jesus) conversou com Moisés. a. Ao contrário do que possa ser pregado, não foi a alma (algo desprendido do corp...

A esperança do Antigo Testamento

A. Hebreus 11. 17 e 19 B. Após o pecado do primeiro casal e a confirmação tácita e pratica de que a desobediência resultaria em morte, um longo período é descrito na Bíblia sem que esse tema seja novamente discutido. No entanto, por mais contraditório que possa parecer, esse tema volta a toma no seio de uma família que por anos lutou em busca da chance de poder gerar vida – o casal Sara e Abraão.  i. Ambos sonharam, por anos, com a ideia e propósito de gerar vida (filhos), e quando está vida surge, pela intervenção divina, logo são confrontados com a morte.  1. No entanto, é neste cenário de tristeza e morte que o Senhor lhes apresenta a certeza da vida , apesar, da morte (a ressurreição). C. Verei a Deus – O livro de Jó é, sem dúvida, uma história de superação. Logo, não seria diferente em relação ao tema da morte.  i. Jó sabia que seu triunfo estava em Deus e, por mais que não compreendesse tudo o que estava ocorrendo em sua vida, o idoso patriarca cria que ...

Entendendo a natureza humana

A. Gênesis 2.7 B. Assim como há controvérsia sobre o tema da morte, no tema sobre a natureza humana também é possível verificar clara distorção entre o imperativo divino e a proposta do inimigo. A verdade sobre a origem e natureza humana foi colocado ao longo do tempo sobre a mesma perspectiva.  i. A fim de sustentar a mentira sobre a morte, uma vez que o primeiro casal estavam diante de uma natureza que estava morrendo (a começar pelo primeiro animal – o cordeiro), o inimigo teria de usar outro argumento a fim de sustentar sua teoria. Assim, lançou as bases da imortalidade da alma. Logo, se o homem morre, sua alma vive.  C. Um ser vivente – Na matemática de Deus, a soma de várias partes resulta em “um” novo elemento. i. Segundo a Bíblia a soma do pó da terra mais fôlego de vida é que forma a vida – alma vivente ou alma viva. ii. Assim, o homem não tem uma alma, ele é uma alma viva. D. A alma que pecar morrerá – Se cremos na palavra de Deus, logo, aceitamos que e...

Rebelião em um universo perfeito

A. Isaías 14.12 B. Deus é a origem de tudo. Logo, imaginamos que se existe mal esse também foi Criador por Deus. No entanto, precisamos levar em consideração que o contrário do amor é a indiferença. Assim, embora tenhamos sido criados no amor de Deus, toda a qualquer atitude contrária a isso nos levará a ações baseadas na indiferença. Indiferente a Deus e a seu amor estaremos ligados a ações egoístas que desenvolverão atitudes destituídas de amor, logo, atos de indiferença, egoísmo e maldade. C. Criação e Amor – Se Deus é amor, e tudo o que Ele faz é repleto de amor, porque a natureza expressa reflexos do mal? i. A resposta, segundo a perspectiva bíblica, nos leva a parábola do jogo e do trigo. E, a explicação é simples, contudo, direta e objetiva: 1. Um inimigos fez isso (Mateus 13.27 e 28). D. Livre-arbítrio – Sendo um ser repleto de amor Deus é um ser relacional. Sendo assim, criou seres com quem pudesse se relaciona. Contudo, para que esse relacionamento pudesse ser rea...

Cristo no crisol

A. Mateus 27.46 B. Ao pensarmos no sofrimento humano, principalmente, pela perspectiva divina, pode passar em nossa mente que somente o ser humana está fadado ao sofrimento. No entanto, dentro do contexto bíblico Deus é o primeiro a sofrer quando o assunto é pecado. Deus sofreu a primeira perda e o primeiro é mais agudo sentimento de rejeição e desprezo (cf. Gênesis 3.5). E sofrerá no final, quando por escolha e mal-uso da liberdade suas criaturas escolherem a perdição a salvação.  i. Em relação a história humana devemos ter em mente que Deus sofre por nós e conosco.  1. Por nós – na cruz. 2. Conosco – nos efeitos do pecado em sua vida humana.  C. Os primeiros anos – Nada é mais destrutivo do que estar entre pessoas que buscam por vontade própria, a destruição. Ver alguém se ferir pode ser ainda mais doloroso para quem assiste. Principalmente, se está pessoa tem poder para fazer cessar o sofrimento, mas é impedido de fazê-lo. i. Isaías 7.14 e 15 e Hebreus 5....

Esperando no crisol

A. Gálatas 5.22 B. Dos atributos comunicáveis (características ou qualidades oferecidas por Deus ao homem), a longanimidade (paciência) é de fato, uma das quais mais devemos suplicar a Deus. Isso por que trata-se muito mais do que simplesmente esperar que algo ocorra. Implica esperarmos o agir de Deus no momento e do modo que Ele entenda ser mais adequado. Não é somente esperar, é crer que mesmo que leve o tempo que for, o resultado será o melhor pois vem das mãos de Deus. É crer não somente no resultado, mas em quem está agindo em nosso favor. Logo, a ação de esperar está mais relacionado a qualidade do relacionamento que temos com o Senhor do que com o tempo que venhamos esperar por sua ação/resposta.  C. O Deus da paciência – Quando pensamos em espera e paciência tendemos a nós considerar aqueles que, ao logo do tempo, mais te exercido esse atributo. Contudo, na história é o Senhor aquele que tem demonstrado mais paciência. Isso porque, é Ele que tem esperado por nos, e nã...

Uma vida de louvor

A. Os registros históricos nos ensina muito sobre o poder e a influência do louvor. Desde pessoas que pela fé, louvaram a Deus enquanto enfrentavam as chamas das fogueiras inquisidoras. Passando por aqueles que foram lançados as feras em grandes espetáculos romanos. A historia testemunha de cristãos que foram capacitados por Deus a vencerem grandes provas tendo como arma o louvor. Ao escrever sua carta aos Filipenses Paulo os aconselha, por palavras e testemunho, sobre a necessidade de exercer e buscar a alegria. Tal alegria deveria ser exercitada e testemunhada mesmo em momentos que julgamos ser impróprios. Contudo, seu foco não estava baseado nos poucos e passageiros motivos humanos para a alegria e o louvor mas sim em Deus. A proximidade do Senhor deve ser o motivo de louvor e alegria. B. Fundamento para o louvor – O louvor é um ato de fé.  i. Assim como a fé não se fundamenta em nossas circunstâncias, mas na verdade sobre Deus, o louvor é algo que fazemos não porque nos s...