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Ofertas para Jesus

A. Salmos 116.12 a 14 B. Ao dizimar, findamos nossa responsabilidade no tocante a obediência. Dando oportunidade para que por meio das ofertas iniciemos nossa relação de gratidão para com Deus. Assim, como deve ocorrer com o dízimo, ofertamos daquilo que o Senhor já nos deu. Desta forma, a prática das ofertas se torna um reflexo da relação entre graça (o que Deus nos deu), e gratidão (nossa resposta), em agradecimento pelas bênçãos recebidas.  C. Motivação para doar - Compreender o ato de ofertar como uma ação de resposta para com os atos de Deus é fundamental para o cristão.  No cristianismo, nossa ofertas não tem o papel de obter algo ou algum favor de Deus. Pelo contrário, é um ato de reação e resposta a aquilo que Ele já fez. Sendo assim, ofertar é um ato que nasce e flui do coração agradecido. Assim como a boca fala do que está cheio o coração. Nossas ofertas refletirão se nosso coração está ou não repleto de fé e gratidão. Lembrando que se meu coração (mente, corpo e alm...

O pacto do dízimo

A. Malaquias 3.10 B. A doutrina ou ensino sobre a prática da devolução dos dízimos, embora simple e didática, reserva profundas verdades sobre nosso relacionamento com o Criador. Por meio deste importante sistema Deus provia recursos para a manutenção e sustento dos levitas (servidores da Casa de Deus), e ensinava o povo a crer e depender de seu Criador. Devidamente ensinado as futuras gerações, estabeleceria um vínculo de dependência e obediência onde a graça e a gratidão caminhariam juntas. Fazendo do povo, mordomos de Deus. C. Dízimo, dez por cento - Atualmente encontramos, basicamente duas questões primárias, utilizadas para desconsiderar a necessidade de devolver o dizimo: O percentual ou valor - na busca por atualizar a Palavra de Deus, muitos alegam ser menor ou maior o percentual solicitado por Deus. Contudo, o percentual é imutável: 10% de toda a sua produção ou renda.   A origem. Crendo que essa doutrina foi dada aos Israelitas, muitos crer que os demais adoradores d...

Chamados para a familia de Deus

A. 1 João 3.1 B. Quando contemplamos o ambiente em que vivemos (o planeta Terra), bem como tudo o que este nos oferece, somos forçados a reconhecer que tudo isso é fruto de uma mente preocupado conosco. Visto ter sido tudo cuidadosamente pensado e preparado para nosso sobrevivência. Logo, com considerável facilidade, reconhecemos haver um Criador que não somente pensou em nós, mas também, pensou e se preocupou em nós ensinar a usufruir, mas também, preservar o que Ele nos deu. É deste princípio básico que advém a ideia de servimos como mordomo desse ser Criador. C. Família - A noção de família na Bíblia é primária, isso implica dizer que todo o enredo apresentado nos conta de uma família que criou seres para conviver em família. Logo, não somente convivemos em família, mas também fazemos parte da família de Deus. Do qual somos filhos, tendo Jesus como irmão.  "Jesus Se tornou membro da família terrestre a fim de que pudéssemos nos tornar membros da família celestial. “A família no...

Novas todas as coisas

A. Apocalipse 21.5 B. O texto Sagrado é um livro repleto de promessas. E tais promessas estão fundamentadas na esperança divina da restauração da ordem e harmonia universal. Tal restauração trará, justiça, equidade e paz a um mundo convertido em ruína pela desobediência a Deus. Parte desta esperança está,  também, ancorada na alegria de imaginar a vida eterna ao lado de Deus em um ambiente restaurado à configuração original. Como será isso? A Bíblia nos apresenta breves lampejos dessa realidade. C. Novos céus e nova terra - Como sabemos, a segunda vinda de Cristo, bem como a ação de Deus de exterminar o pecado e o pecador, oferecerão a terra (planeta), oportunidade de restauração.  Essa restauração incluir devolver ao planeta a configuração original. Contudo, sabemos pouco dos detalhes de como era essa ambiente antes do pecado. No entanto, contemplando o estado presente do planeta e de seus habitantes, é possível inferir como será esse mundo sem as distorções que hoje vemos....

O processo do juizo

A. 2 Coríntios 5.10 B. Em suma, todo processo de julgamento não se realiza a fim de convencer o réu de sua culpa ou inocência. O processo se dá com o fim de demonstrar aos presentes e mesmo a sociedade a culpa ou inocência do réu. Bem como a transparência e justiça com a qual o processo foi conduzido. Isso ocorre por que além das partes envolvidas, a sociedade em geral precisa conhecer a verdade. Culpa ou inocência.  O mesmo ocorrerá no céu. O tribunal divino se reúne e seu veredito não tem como objetivo a divindade, mas sim os serem criados de todo o universo. A nós será demonstrado a justiça e inocência de Deus e, a culpa do inimigo.  C. O juízo final – A doutrina bíblica de um juízo final põem de lado a ideia não bíblica de que ao morrer, com base em nossas obras, temos acesso direto a salvação e vida eterna ao lado dos anjos no céu. Ou a condenação por meio do inferno. Se “no final” Deus retribuirá a cada segundo suas escolhas e obras, não há espaço para crer numa re...

A esperança do Novo Testamento

A. 1 João 5. 11 e 12 B. A ressurreição de Jesus agrega a suas palavras uma promessa que somente Ele, por meio de seu próprio poder, pode garantir. Uma vez que ninguém pode dar o que não tem, somente Ele pode nos oferecer vida após a morte, pois Ele, a si mesmo, ressuscitou. Assim, Ele não somente retornou da morte mas também, prometeu fazer o mesmo por todos aqueles que creem que Ele é o Filho de Deus. i. Após a ressurreição o evangelho (boa nova), foi ressignificado. Antes a boa notícia era que Deus cumpriu sua promessa enviando seu Filho ao mundo. Depois a boa notícia passou a ser: o Filho cumpriu sua palavra e nos prometeu vida eterna. C. Esperança além desta vida – Descrer da perspectiva bíblica de que, por meio de Jesus, há esperança de ressurreição é sem dúvida alguma o maior trunfo do inimigo. Satanás que convenceu Eva de que ela não morreria, não pode sustentar sua mentira (isso porque a desobediência levou a morte). Agora, trabalha para tirar da mente humana a verdade ...

A vitória de Cristo sobre a morte

A. Apocalipse 1.17 e 18 B. Por mais angustiante que possa ser as horas que antecedem a morte, nada se compara a expectativa de volta desta experiência terrível. As horas que antecederam a morte é ressurreição de Jesus foram marcadas por agonia, tristeza e angústia de alma. Contudo, tudo isso fora transformado em alegria pois estava sob o poder de Cristo romper as portas do inferno e se levantar na manhã do terceiro dia. C. A tumba selada – Assim como, os líderes do povo judeu se apoiaram no poder e na autoridade romana para levar avante o plano de matar Jesus, buscaram também neste o poder e a autoridade para garantir que sua ressurreição não ocorresse. Tudo isso em vão.  i. Antes de nascer o Salvador, os líderes dos judeus (conhecedores das profecias), foram consultados por Herodes em relação ao nascimento do Rei Judeu. Eles afirmaram, não negaram, as profecias atestaram o momento, o lugar e a veracidade do evento.  ii. Em relação a sua identidade, missão, morte e r...